Comunidade Católica Mar a Dentro

Lectio divina – sexta-feira depois das cinzas

Olá queridos irmãos, a paz de Jesus!

Nesta sexta-feira de Quaresma a Igreja nos propõe, no evangelho, o fundamento cristão do jejum. Outras religiões e mesmo os judeus fazem jejum, mas o sentido não é o mesmo. Ouçamos um trecho deste evangelho (Mt 9,14-15):

Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto
enquanto o noivo está com eles?
Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles.
Então, sim, eles jejuarão.

Jesus é o noivo, cuja noiva é a sua Igreja. Ao viver o mistério da morte de seu esposo, na Sexta-feira santa, a Igreja também é chamada a jejuar, ou seja, viver a angustia da “falta”, da “ausência”, que dura todo o Sábado santo até que, na Páscoa, com a Ressurreição, o esposo retorna, agora glorioso, trazendo em suas mãos a nossa vitória.

Viver o jejum é participar, ao menos com esses pequenos sacrifícios corporais, da morte de Cristo para podermos ressuscitar com ele para uma vida nova. Quem jejua prova ainda para si mesmo que é senhor de si, que tem autodomínio e temperança. Assim, na hora da prova derradeira que nos é pedida, da renúncia da própria vida, seremos capazes de deixar tudo por Cristo, pois nada nos prenderá mais a este mundo, seremos totalmente livres para fazer a sua vontade.

Senhor, eu vos ofereço o meu jejum.
Por meio dele, quero exercitar-me a ouvir vossa Palavra
e voltar os meus olhos para vossa cruz.
Desejo, por meio dele, voltar-me mais para vós,
ofereço também meu jejum por todas as intenções da Santa Igreja. Amém.

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