Comunidade Católica Mar a Dentro

“Nosso rio é nossa rua”: cruz da JMJ chega às comunidades ribeirinhas do Pará

“Nosso rio é nossa rua”

Com esta afirmação, Lea Biazeto, da Comunidade Mar a Dentro, define uma das características geográficas do estado do Pará e explica a presença da Pastoral das Ilhas que desenvolve um importante trabalho com as populações ribeirinhas. E foi a partir desta motivação que os símbolos da JMJ visitaram a Ilha de Cotijuba. “A presença da Cruz aqui reconhece que a Igreja em Belém também está nas ilhas”, enfatizou Lea.

Após a Missa de abertura do Bote Fé Belém, nesta quinta, 18, o bispo auxiliar, Dom Teodoro Mendes, presidiu um momento de oração na Igreja São Francisco das Ilhas, templo construído pelos ex-detentos do presídio que existia na ilha. No local, o bispo ressaltou como a Virgem Maria sempre acompanhou Jesus e hoje também acompanha a todos os cristãos.

“Ainda há muita gente que precisa tomar conhecimento da Cruz de Cristo”, afirmou Dom Teodoro ao recordar o mês de outubro como mês missionário, quando o Evangelho convida os fiéis a renovarem o seu ardor pela evangelização. “Crianças, jovens e adultos. Todos nós somos parte desse grande grupo de discípulos missionários de Jesus Cristo”, concluiu ao pedir que ninguém fosse embora sem tocar na cruz.

A Pastoral das Ilhas é um projeto desenvolvido pelas comunidades Casa da Juventude e Mar a Dentro da capital do Pará, além de diáconos permanentes e padres da região, sob a coordenação de Dom Teodoro.

Bote Fé Belém também chega aos detentos

“Estive preso e vieste me visitar” (Mt 25,36). Este trecho do Evangelho foi a tônica da visita da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora ao Centro de Detenção Provisória de Icoaraci (CDPI), durante o Bote Fé Belém, nesta quinta.

Carlos Fabrício é um dos 189 internos do CDPI e participou da acolhida dos símbolos da JMJ. Durante a visita dos sinais, falou de sua admiração por ver pessoas diferentes no local e num momento alegre. “Quem dera se toda vez fosse assim”, manifestou o interno a sua aspiração.

Ao fim da visita, o diretor do CDPI, Carlos Roberto Garcia, agradeceu à Arquidiocese de Belém e aos jovens por trazerem essa mensagem de paz ao Centro de Detenção com o propósito de resgatar vidas. “Podemos destacar também que existe um respeito muito grande dos internos por todo o segmento religioso, católico ou evangélico”, afirmou o diretor ao registrar o trabalho sempre constante da Pastoral Carcerária com os detentos.

 Missa de acolhida dos símbolos

A Missa de abertura dos símbolos da JMJ foi celebrada pelo Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, na Paróquia São João Batista, no Distrito Administrativo de Icoaraci, na manhã desta quinta. Durante a homilia, Dom Alberto incentivou os fiéis a olharem para a Cruz de Cristo e a participarem do sentimento de Jesus e, ao ler o texto inscrito na Cruz da JMJ, pediu que todos repetissem: “Só em Jesus Cristo morto e ressuscitado existe salvação e redenção”.

“Jovens, tenham coragem de anunciar Jesus onde quer que passem, pelo mundo afora, erguendo a Cruz de Cristo como sinal de salvação e redenção”, exclamou o arcebispo ao estimular os jovens a assumirem a cruz de Cristo como norte de suas vidas.

E nesta sexta, mais Bote Fé Belém

A noite de quinta feira do Bote Fé na capital paraense encerrou com a visita dos símbolos à Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Paróquia São Vicente de Paula, onde ficará até às 6h desta sexta-feira em vigília conduzida pelos jovens da Igreja em Belém.

A sexta-feira do Bote Fé Belém prossegue com a visita dos símbolos a paróquias da cidade, Seminário São Pio X, além da Colônia dos Hansenianos, hospital, universidades e escolas.

 

Fonte: www.jovensconectados.org.br

 

1 Comentário para ““Nosso rio é nossa rua”: cruz da JMJ chega às comunidades ribeirinhas do Pará”

  1. gilmar disse:

    dizei uma so palavra serei salvo

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